Pr. Marcos Lima inicia jornada de reuniões com equipes de trabalho.

O Pr. Marcos Cícero Lima iniciou nesta terça a série de reuniões com as comissões que atuarão em 2018. Samyra Alves e Rômulo Albuquerque  trouxeram algumas idéias a serem utilizadas neste ano. Outros líderes de comissões ainda trarão seus planejamentos.

Almoço e reunião de treinamento para multiplicação de PGM's e apresentação da nova proposta da UFMBB para a organização Mulheres Cristãs em Missão.

Embaixadores do Rei

Após a posse da nova diretoria, os Conselheiros Igor, Wendell e Rômulo se reuniram com os embaixadores, apresentaram a equipe e deram instruções para o início das atividades. Oremos por essa organização.

Posse da Diretoria 2018

No domingo, dia 04 de fevereiro, o Pr. Marcos Cícero Lima declarou empossada a nova diretoria da igreja para atuar em 2018. Oremos por essa equipe.

Mensageiras do Rei



As Mensageiras do Rei da PIB da Marambaia, retornaram suas reuniões no domingo, dia 04/02/18, às 17h30min. Participe conosco!

Culto de Posse do Pr. Marcos Cícero da Silva Lima

Pr. Marcos, sua esposa Mônica e sua filha Sarah Lima.
No dia 11 de novembro de 2017, às 19h30min, foi realizado o culto de posse do 
Pastor Marcos Cícero da Silva Lima.
O Culto foi realizado no templo sede da Primeira Igreja Batista da Marambaia.










CASADOS PARA SEMPRE É POSSÍVEL?

“Casados para Sempre” isso ainda é possível? Deus fez o homem e a mulher. A Bíblia conta que Ele instituiu o casamento; Jesus o ratificou, em Caná da Galiléia: “Portanto deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher e serão os dois uma só carne”. Deus fez o homem do barro. A mulher, da costela do homem. Fê-los em fôrmas diferentes. E os opostos passaram a se atrair, como Deus planejou.

Não há casamento feliz que não enfrente problemas. Se em qualquer outro tipo de sociedade é necessário que as partes evidenciem abnegação, sacrifício da própria vontade a bem “do todo”, em se tratando da união conjugal é mister haver renúncias, sujeição da vontade própria, desprendimento, devotamento e adaptação.

“Casados para Sempre” é possível, absolutamente, sob a decisão da vontade dos cônjuges de cultivar o amor, valorizar o outro, da capacidade de ouvir mais do que falar, da renúncia, do respeito, do perdão e da irrestrita dependência d’Aquele que um dia disse: “sem mim, nada podeis fazer”, pois, “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.

A fé, a certeza das superações das crises, dos traumas do casamento, precisa estar no foco dos casais, tudo fazendo diante de Deus para que não se chegue às raias da separação. Mormente hoje, quando a relação divina homem/mulher está sob impiedosos ataques da parte daqueles setores da sociedade de evidente descomprometimento com os padrões bíblicos, e o casamento é questionado pelos novos comportamentos pós-modernos.

“Casados para Sempre” foi e poderá continuar a ser o velho/novo desejo do Senhor assegurado na expressão: “o que Deus uniu, não separe o homem”. Por que “Casados para Sempre” é quase uma cruzada? Porque os alicerces da vida a dois estão desmoronando na sociedade que pratica o “eclipse de Deus” e o “colapso da moral”. Porque os novos modelos de vida a dois estão sendo disseminados largamente pelos meios de comunicação. Porque os fundamentos dos valores absolutos da Palavra vão pouco a pouco sendo minados, pasmem, pelos próprios membros de nossas igrejas evangélicas, que, inacreditavelmente, têm saído na defesa do relativismo moral.

Meu Deus!!! Como então esperar outro resultado senão o divórcio como saída!!! “Se não der certo, nos separamos; vamos tentar e, se pegar no meu pé, vai cada um pro seu lado”. Sem a Bíblia nos lares cristãos, não há como argumentar que o casamento estável e inseparável é vontade de Deus, é dom de Deus, porque nasceu no coração do próprio Deus!

Voltemo-nos para o Senhor, experimentemos fidelidade às alianças firmadas um com o outro no altar, tendo o nosso Deus como a principal testemunha! Casamento não é experimental! É pacto conjugal que só a morte de um dos cônjuges pode anular!

Via Click Família por: Pr. Eli Fernandes/Amigo de Cristo

Os nomes de Deus (YHWH)


O hebraico não tem vogais e estas foram acrescentadas ao longo dos anos, exatamente para se permitir a pronúncia. Em virtude disto, as variações que surgiram fazem com que se tenham diferentes formas para o nome. Com relação ao nome de Deus, então, como os judeus não o pronunciam, não houve, por parte deles, qualquer interesse em fazê-lo. De qualquer modo, a forma mais antiga e considerada mais próxima da realidade é Javé, embora, repitamos, a forma impronunciável seja a única aceita pelos judeus. A forma Jeová, entretanto, é bem mais recente e foi utilizada como um estratagema para se permitir a pronúncia do nome impronunciável de Deus, utilizando-se das vogais do nome "Adonai", que quer dizer Senhor. Portanto, Jeová não é, em absoluto, o nome originariamente dado ao tetragrama, residindo aí, até, um dos grandes equívocos dos seguidores de Charles Russell.
‘El Shaddai: Deus todo poderoso e protetor." QUE NOS TOMA EM SEUS BRAÇOS E NOS PROTEGE" (FIGURA DE UMA GALINHA CHOCANDO SEUS PINTINHOS, MÃE QUE AMAMENTA E NUTRE SEU FILHO)

CONHECENDO A DEUS
 OSÉIAS  4. 6 O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.  6.6 Pois misericórdia quero, e não sacrifícios; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.
ROMANOS  1. 28 E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm;
             Para se conhecer uma pessoa precisamos andar com essa pessoa, falar com a mesma, ouví-la e analisá-la; mas para conhecermos a DEUS, precisamos de fé, pois DEUS é ESPÍRITO, sendo discernido e compreendido somente espiritualmente, pela fé.
            Os nomes de DEUS revelam algumas de suas qualidades, pois nunca poderíamos compreender tudo a respeito d`ELE:
Os nomes de DEUS
‘El Shaddai: “Deus todo poderoso”
‘El Elyon: “Deus Altíssimo”
‘El Ròi: “O Deus que vê”
‘El Olam: “O Deus eterno”
‘El Elohe Yisráel: “Deus, o Deus de Israel”
Yawehw-Ropheka: “O Senhor teu médico”
Yaweh- Nissi: “O Senhor minha bandeira”
Yaweh- Shalon: “O Senhor é minha paz”   
Yaweh Rafá: "O senhor que Sara (ou cura)"
Yaweh- Ròi: “O Senhor é o meu pastor”
Yaweh- Tsidkenu: “O Senhor justiça nossa”
Yaweh- Shammah: “O Senhor está ali”
Yaweh- Sabaoth: “O Senhor dos exércitos”
Qedosh Yiráel: “O santo de Israel”
Tsur: “Rocha”
Abba: “Pai” ou “O Pai”
Melek: “Rei”
Gòel: “Redentor”
Rishoh Wa-Acharon: “O 1º e o último”
Elohe ‘Emeth: “O Verdadeiro”
EL = DEUS

             Os atributos de DEUS revelam alguns aspectos d`ELE que não são vistos em nenhum outro ser:
  1. SOBERANIA: DEUS É SUPREMO, CHEFE, DONO.
  2. ETERNIDADE: SEM PRINCÍPIO E SEM FIM. SEMPRE EXISTIU E SEMPRE EXISTIRÁ.
  3. ONISCIÊNCIA: SABE DE TUDO, TODAS AS COISAS; SABE QUANTOS FIOS DE CABELO TEM EM NOSSA CABEÇA, SABE O QUE PRECISAMOS ANTES DE PEDIRMOS.
  4. ONIPRESENÇA: ESTÁ EM TODA PARTE AO MESMO TEMPO, NINGUÉM SE ESCONDE DE DEUS; SABE O NOSSO DEITAR E LEVANTAR.
  5. ONIPOTÊNCIA: PODE TUDO, É AUTO-SUFICIENTE, CRIA O QUE QUER E DESTRÓI O QUE QUER; ELE MESMO FAZ A FERIDA E ELE MESMO A SARA.
  6. IMUTÁVEL: O MUNDO VAI SER DESTRUÍDO, MAS A PALAVRA DE DEUS PERMANECE PARA SEMPRE; DEUS SEMPRE FOI ESSE MESMO DEUS, ELE NUNCA MUDARÁ; O QUE DEUS PENSAVA HÁ 5.000 ANOS, ELE PENSA HOJE DO MESMO JEITO E VAI CONTINUAR PENSANDO PELA ETERNIDADE, POR ISSO A BÍBLIA É SEMPRE ATUAL.
            No relacionamento de DEUS conosco também conhecemos mais d`ELE: 
  1. RETIDÃO: DEUS NUNCA ERRA.
  2. JUSTIÇA: DEUS JAMAIS É DESONESTO.
  3. AMOR: DEUS AMA COM AMOR DESINTERESSADO, PURO.
Existem pelo menos três tipos de amor:
3.1-Amor phileo = de pai para filhos, de amigos.
3.2-Amor eros = entre um casal (pela bíblia o sexo só é permitido após o casamento.)
3.3-Amor agape = amor de deus. veja 1 Coríntios 13
4.      VERDADE: DEUS NÃO É HOMEM PARA QUE MINTA. TUDO QUE DEUS FALA É VERDADE. 
    OS JUDEUS NÃO PRONUNCIAM O IMPRONUNCIÁVEL NOME DE DEUS, POIS POR MAIS QUE COLOQUEMOS ADJETIVOS AO NOME DE DEUS, NUNCA CONSEGUIREMOS CHEGAR À TOTALIDADE DE BONDADE, AMOR, MISERICÓRDIA, PODER, ETC..., DE DEUS.
    SÓ O VOCÁBULO "EL" JÁ QUER DIZER "O TODO PODEROSO".

 
7 nomes de Deus (< betel@beteldomincal.com.br>)
Deus se revela através de sete nomes redentores, demonstrando assim Sua natureza Sétupla (sete é o número perfeito e completo nas Sagradas Escrituras) que transmite à nossa vida Suas bênçãos sétuplas quando nós  O recebemos.
Os Sete nomes redentores de Jeová  são:
1.   JEOVÁ-TSIDKENU – “O Senhor é a nossa Justiça” (Jr. 23:6) - este nome  Jeová aparece em uma profecia referente a futura restauração e conversão de Israel, então Israel O clamará como Jeová-TsidKenu o Senhor Nossa Justiça.
2.   JEOVÁ-SHALOM – “O Senhor nossa paz” ou “O Senhor envia paz” (Jz 6:23 e 24). Quase todo o Ministério de Jeová encontra expressão  e ilustração neste capítulo. Jeová odeia e julga o pecado.
3.   JEOVÁ-RAAH – “Deus é nosso Guia” ou Pastor (Sl. 23:1) - O Senhor é meu pastor e nada me faltará.
4.   JEOVÁ-RAFÁ – “Deus é nosso médico ou aquele que cura” (Êxodo 15:26). O Contexto mostra que se refere à cura física, mas está implícita a cura mais profunda da enfermidade da alma.
5.   JEOVÁ-JIRÉ – “Deus é nosso provedor”  ou fonte (Gn. 22:14) - O Senhor proverá, isto é, proverá para si o holocausto ou o sacrifício, Abraão viu o dia do Senhor.
6.   JEOVÁ-SHAMÁ – “Deus está sempre presente” (Ez. 48:35) - O Senhor está sempre presente, este nome significa a presença permanente do Senhor Jeová no meio do Seu povo.
7.   JEOVÁ-NISSI – “Deus é nossa vitória” (Êx. 17:15) - O Senhor é a nossa bandeira; o nome é interpretado pelo contexto. De maneira um pouco familiar, depois da derrota dos amalequitas, Moisés erqueu um altar e o denominou de Yhweh Nissi o senhor é a minha bandeira. Esses, entretanto não são nomes de Deus; mas, apenas, comemoram certos acontecimentos .

Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?


Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?
Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador? Ele é o seu Redentor?
Talvez você participe dos cultos de uma boa igreja evangélica. É possível que tenha lido vários trechos da Bíblia e talvez tenha em sua biblioteca livros sobre a vida cristã. Já ouviu falar do Evangelho e da salvação. Pode até ser que você seja batizado e professe estar entre os salvos.
E mesmo assim, apesar da aparência exterior, pode ser que você ainda não siga a Cristo, pois Ele ainda não é seu Senhor. Independente da sua situação religiosa, peço que considere por um momento: você já foi perdoado por Cristo?
Onde há perdão, houve primeiramente uma ofensa. É fundamental que entendamos que nosso pecado é a nossa maior ofensa contra Deus. Recomendo a leitura do capitulo 9 de Esdras pois neste capitulo, ele confessa seu pecado junto com o pecado do povo de Israel. Lemos a partir do versículo 5: “Me pus de joelhos, e estendi as minhas mãos para o SENHOR meu Deus; e disse: Meu Deus! Estou confuso e envergonhado, para levantar a ti a minha face, meu Deus; porque as nossas iniqüidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa tem crescido até aos céus. Desde os dias de nossos pais até ao dia de hoje estamos em grande culpa…” A atitude de Esdras demonstra que ele enxergava seus pecados como sendo ofensivos ao próprio Deus santo. Esdras não fez de conta que seus pecados eram ocultos ou discretos e nem ainda uma “escolha pessoal”, mas admite que “nossa culpa tem crescido até aos céus“. Nossa culpa é vista por Deus, pois vivemos todo dia perante Seus olhos. O próprio Esdras reconheceu, “Eis que estamos diante de ti, na nossa culpa” (Esdras 9.5). O Rei Davi admitiu “Fiz o que é mal à tua vista” (Salmos 51.3) e o profeta Isaias confessou, “as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós” (Is 59.12).
Essa culpa “que tem crescido até aos céus” é o efeito colateral do pecado. A culpa nos lembra a cada momento da condenação justa por causa do pecado. Carregamos o peso da punição vindoura, temendo um encontro com o Deus Justo depois da morte. “Todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Hb 2.15). E com toda razão, afinal a Bíblia não poupa palavras quando descreve a punição eterna daqueles que zombam de Deus:“Este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira” (Apocalipse 14.10a).
Antes de ser salvo, é necessário que você perceba o quão perdido você é nos seus pecados. Somente o náufrago clama por socorro. Você já chegou a se ver culpado diante do seu Criador? Chegou a admitir, “Fui pesado na balança da perfeição divina e tenho sido achado em falta”? Já confessou, “estou destituído da glória de Deus”?
Se você está carregando o peso da condenação, as boas novas do Evangelho serão como água para sua alma sedenta. Aqueles que são corroídos pela podridão do pecado acharão restauração em Cristo. Ele diz: “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede” (João 6.35). Este versículo diz a respeito à satisfação. Deus foi satisfeito com o sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Cristo se satisfaz em remir pobres desgarrados e nós somos satisfeitos com a regeneração das nossas almas. Certamente, quem corre a Cristo, encontra satisfação eterna. Como não ser satisfeitos quando experimentamos que “se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Cor 5.17)? O Salmista escreveu, alegre e satisfeito: “Tu limpas as nossas transgressões. Bem-aventurado aquele a quem tu escolhes, e fazes chegar a ti, para que habite em teus átrios; nós seremos fartos da bondade da tua casa e do teu santo templo ” (Salmos 65.3,4).
Somos lavados das nossas transgressões! Cada detalhe do pecado é expurgado pelo sangue de Cristo. O sacrifico de Cristo é tão completamente imerecido e tão maravilhosamente completo. O Filho de Deus fez-se carne para resgatar-nos da nossa carnalidade. Ele deu sua vida na cruz para assim dar vida aos acusados. O Justo morreu pelos injustos. Foi paga a minha divida, pois o Filho de Deus aceitou morrer a minha morte na cruz aonde eu deveria ter sido crucificado. Claramente entendemos: “O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20.28). Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, tomou sobre Si a ira de Deus para que – morto e ressurreto – fosse a salvação completa dos mais indignos pecadores.
Pergunto: você está satisfeito em Cristo? A sua alma repousa nele? Ou está ainda a procura de outro consolo além de Cristo?
Talvez você esteja confusa em como chegar a Cristo. Vejamos novamente a oração de Esdras, em Esdras capitulo 9. Perceba como ele reconheceu sua vergonha e iniquidade no versículo 6,  confessou sua culpa no versículo 7 e por fim agarra-se à graça de Deus no versículo 8: “Agora, por um pequeno momento, se manifestou a graça da parte do SENHOR, nosso Deus, para nos deixar alguns que escapem, e para dar-nos uma estaca no seu santo lugar; para nos iluminar os olhos, ó Deus nosso, e para nos dar um pouco de vida na nossa servidão” (Esdras 9.8). A graça de Deus tem se manifestada, permitindo que nós – presos na servidão ao pecado – possamos escapar da culpa e da condenação. É um escape imerecido, pago na integra por Cristo. Boas intenções, ofertas financeiras ou serviço dedicado não alcançarão o que a graça de Deus alcança por nós: um escape!
Como então ir a Cristo? Correndo. Como confiar nele? Inteiramente. Como rogar Sua misericórdia? Confessando seus pecados e crendo que Ele providenciou um escape. Devemos agarrar esta verdade: “Na nossa servidão não nos desamparou o nosso Deus; antes estendeu sobre nós a sua benignidade…para que nos desse vida” (Esdras 9.9).
Agora não seria a hora de buscar essa benignidade de Deus? Onde quer que você esteja, não seria agora o momento de buscar um tempo à sós, e, de joelhos dobrados e coração quebrantado, rogar que Deus lave sua alma no sangue de Cristo? Estas palavras deviam ser suas: “Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto” (Salmos 51.9,10).
Nós nos preocupamos com a mensagem da salvação porque não temos outra mensagem a anunciar a não ser: “Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores” (1Timóteo 1.15). É bom ler artigos, é ótimo ouvir palestras e excelente investir em bons livros. Mas nada valerá a pena se em primeiro lugar você não tem buscado o perdão de Deus aos pés da cruz.
Pergunto novamente: você conhece Cristo como seu Salvador?
Daniel Gardner
Fonte: [Blog Fiel]

Seis Lições da Parceria de Joabe e Abisai


John Piper
Seis Lições da Parceria de Joabe e Abisai“Disse Joabe: Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro; e, se os filhos de Amom forem mais fortes do que tu, eu irei ao teu socorro. Sê forte, pois; pelejemos varonilmente pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus; e faça o Senhor o que bem lhe parecer” (2 Samuel 10.11-12).
Nessas palavras de Joabe, há seis coisas que penso devem caracterizar todos os esforços da equipe ministerial na igreja.
1. Humildade
A primeira é humildade. “Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro.” Joabe era um guerreiro poderoso, mas não era tolo para julgar-se totalmente autossuficiente. “Abisai, meu irmão, talvez hoje eu seja incapaz para a tarefa.” Ele não teve vergonha de pedir ajuda. A humildade espontânea reconhece sua própria limitação e necessidade. Está aberta a receber ajuda, a ser ensinada e não se ressente de um bom aviso ou um conselho.
2. Diversidade
A segunda característica da equipe ministerial ilustrada por Joabe é a diversidade. Abisai foi enviado contra os amonitas; Joabe, contra os sírios. Quando o inimigo é diversificado e está espalhado, uma estratégia inteligente de batalha é não usar todas as tropas em um único lugar. Também é sábio colocar todos a fazer, na maior parte do  tempo, aquilo em que eles são melhores. Um princípio bíblico firme é que Deus deu a todos nós diferentes combinações de dons.
3. Ajuda mútua
A terceira característica de uma boa equipe ministerial é ajuda mútua. “Se os siros forem mais fortes do que eu, tu me virás em socorro; e, se os filhos de Amom forem mais fortes do que tu, eu irei ao teu socorro.” Diversidade na igreja não é tão rígida, que não podemos deixar o nosso campo designada e ajudar uns aos outros. Fundamental a todo trabalho de equipe bem-sucedido é que os membros da equipe sejam em uns pelos outros, e não uns contra os outros. Competição no ministério é um anátema para o Espírito de Cristo.
4. Força
A quarta característica da equipe ministerial eficaz é força. “Sê forte… pelejemos varonilmente.” Literalmente, o hebraico diz apenas: “Sê forte e mostremo-nos fortes!” Quando a batalha começa, não fugimos temerosos e fracos. Devemos atacar! “Sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef 6.10-11). O poder que precisamos não vem de nós mesmos. É com a força do poder de Deus que temos de ser fortalecidos. Quando vestimos a armadura de Deus, temos a força de Deus.
5. Benefício para o povo de Deus
Joabe disse: “Pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus”. Embora o nosso objetivo deva ser o ajudar uns aos outros, devemos sempre perguntar: “Ajudar uns aos outros a fazer o quê?" A resposta é: “Beneficiar o povo de Deus”. Nenhum grupo de cristãos vive para si mesmo. Nós nos esforçamos pela humildade cristã, usamos nossa diversidade, vivemos em ajuda mútua, mantemos nossa força não para nós mesmos, mas para o benefício do povo de Deus.
6. Rendição à orientação soberana de Deus
Há uma característica final da equipe ministerial que Joabe ilustra: render-se à orientação soberana de Deus. “Sê forte, pois; pelejemos varonilmente pelo nosso povo e pelas cidades de nosso Deus; e faça o Senhor o que bem lhe parecer”. E faça o Senhor o que bem lhe parecer. Oh! que sempre realizemos nossa obra dessa maneira, prostrando-nos diante de Deus e dizendo: “Ó Deus, almejamos ser humildes, ser diversificados, ajudar-nos mutuamente, ser fortes no Senhor, trabalhar com ardor para o bem do teu povo. Mas, ó Deus, reconhecemos que tu és soberano e nós somos finitos. Queremos dizer o mesmo que Joabe disse: em todos os nossos planos e em todo o nosso labor, faze o que bem te parecer”.
Fonte: [Blog Fiel]

Eu serei contigo - C. H. Spurgeon



Deus lhe respondeu: Eu serei contigo.

Êxodo 3.12


É evidente que, se o Senhor enviou Moisés em uma missão, não o deixaria ir sozinho. O risco tremendo que tal missão envolveria, e o grande poder que ela exigiria, tornaria ridículo para Deus enviar um pobre hebreu para confrontar o mais poderoso monarca de todo o mundo daquela época e, em seguida, deixá-lo sozinho.


Não podemos imaginar que um Deus sábio enviaria o pobre Moisés para competir com Faraó e com as enormes forças do Egito. Portanto, Ele disse a Moisés: "Eu serei contigo", removendo todas as dúvidas quanto ao fato de que não o enviaria sozinho.


Quanto a mim, essa mesma regra permanece firme. Se realizo uma missão determinada pelo Senhor, manifestando uma singela confiança em seu poder e contemplando a sua glória, certamente Ele estará comigo. A sua atitude de enviar-me O obriga a estar na minha retaguarda. Isso não é o bastante?


O que mais eu posso desejar? Se todos os anjos e arcanjos estiverem comigo, poderei fracassar. Mas, se Ele está comigo, serei bem-sucedido. Apenas preciso ter cuidado para não agir de maneira indigna em relação à sua promessa. Não devo realizar a missão com timidez, com um coração dúbio, com negligência e presunção.


Que tipo de pessoa tem de ser aquela que tem Deus consigo? Tendo essa Companhia, cumpre-me ser corajoso e, como Moisés, dirigir-me sem temor a Faraó.

O ‘evangelho’ da Falsa esperança – M. Lloyd-Jones (1899-1981)



As promessas do evangelho não se verificaram? O Seu Cristianismo fracassou? Sua esperança, e a esperança do seu evangelho, seria melhor nalguma coisa do que a esperança dos políticos, dos filósofos e dos poetas?


Ah, sim, mas você precisa saber com toda a clareza o que ele é. As pessoas em geral não entendem a mensagem do cristianismo. Elas pensam que o cristianismo ensina reforma do mundo e que nos concita a fazer do mundo um lugar melhor, a fazer aprovar leis do parlamento, a promover o bem social e político, transformar gradativamente a sociedade até que o mundo inteiro seja mudado. Mas nunca foi essa a mensagem do evangelho.


Como eu já lhes disse, a mensagem do evangelho é que este mundo é a Cidade da Destruição. O nosso Senhor disse pessoalmente que haveria “guerras e rumores de guerras” (Mt 24.6) até o fim dos tempos. Ele não promete uma reforma e melhoramento gradual e crescente. Muito ao contrário. Não, não; não é essa a mensagem do evangelho. O  evangelho nunca prometeu trazer a nova Jerusalém pra a “verde e aprazível terra” da Inglaterra. Você pode requerer as suas espadas, pode requerer as suas lanças, pode falar sobre  a sua luta mental, e vai morrer como um completo fracasso.


Que nos é prometido então? O Capítulo 11 de Hebreus nos responde: é a promessa que manteve Abraão em movimento. Ele “esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus” (Hb 11.10). Abraão estava em busca de uma cidade não produzida por idéias humanas, não baseado na inteligência e na cultura humanas, na ciência e no conhecimentos humanos. Não, não: “da qual o artífice e construtor é Deus”. Deus é o arquiteto, Deus é o construtor. Não é algo produzido pela atividade humana; ao contrário, é o grande plano e obra de Deus. Ele está trabalhando, Ele está chamando, ele está em movimento, ele está executando o Seu plano. Esta é a mensagem.


O evangelho não traz uma mensagem de reforma mundial. Qual é então, a sua mensagem? É aquela grande mensagem sobre a qual lemos no livro do Apocalipse, uma mensagem que fala da cidade celestial, “a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu” (Ap 21.2). É uma mensagem de  “novos céus e nova terra, em que habita a justiça” (2Pe 3.13). Essa é a mensagem, e é a única esperança para o mundo. Notem as suas maravilhosas características: “E vi um novo céu, e uma nova terra” (Ap 21.1).


Não há esperança para os atuais céu e terra, mas ainda há esperança: “Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido” (Ap 21.1,2). Não eu e vocês construindo-a por nossos esforços, por nosso ‘combate mental”. Oh, o absurdo com o qual os homens, poetas e políticos, nos têm enganado através dos séculos! Não, não; a nova Jerusalém desce do céu, de Deus. Ele a fez; ela é perfeita.

Fonte: [Josemar Bessa]

Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros?


Mark Dever
Devemos Impor a Fé Cristã aos Outros?
Talvez a objeção contemporânea mais comum à evangelização seja esta: “Não é errado impor nossas crenças aos outros?”
Algumas pessoas não praticam a evangelização por acharem que estão se impondo aos outros. E pela maneira como a evangelização é freqüentemente realizada, posso entender a confusão! No entanto, quando compreendemos o que a Bíblia apresenta como evangelização, reconhecemos que evangelizar não é realmente uma questão de impor suas crenças.
É importante entender que a mensagem que você compartilha não é mera opinião, e sim um fato. Essa é a razão por que compartilhar o evangelho não pode ser chamado de imposição, assim como um piloto não pode impor a todos os passageiros a sua crença de que a pista de aterrissagem é esta e não aquela.
Além disso, as verdades do evangelho não lhe pertencem, no sentido de que se referem unicamente a você, ou à sua perspectiva, ou à sua experiência; ou no sentido de que você as descobriu. Quando você evangeliza, não está dizendo: “Isso é o que eu penso sobre Deus”; ou: “É assim que eu vejo as coisas”. Você está apresentando o evangelho de Cristo. Você não o inventou e não tem autoridade para alterá-lo.
Na evangelização bíblica, não impomos nada. De fato, não podemos fazer isso. De acordo com a Bíblia, evangelizar é apenas contar as boas-novas. Não é assegurar-nos de que a outra pessoa responderá corretamente ao evangelho. Gostaríamos de poder conseguir isso, mas, conforme a Bíblia, isso é algo que não podemos fazer. De acordo com a Bíblia, o fruto da evangelização vem de Deus. Como Paulo disse aos coríntios:
Quem é Apolo? E quem é Paulo? Servos por meio de quem crestes, e isto conforme o Senhor concedeu a cada um. Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento (1 Co 3.5-7; cf. 2 co 3.5-6).
Lembro-me de que em certa ocasião, quando estava em Cambridge, conversei com Bilal, um amigo libanês muçulmano. Falamos sobre um de nossos amigos que era um muçulmano secular. Bilal desejava que nosso amigo abraçasse um estilo de vida islamita mais fiel. Eu queria que ele se tornasse um cristão. Condoíamo-nos juntos pela dificuldade de viver em meio à cultura secular britânica. Bilal comentou quão corrupto era o país cristão chamado Grã-Bretanha. Respondi que a Inglaterra não era um país cristão e que, de fato, não existe tal coisa como um país cristão. Aproveitando a oportunidade, ele disse que esse é o problema do cristianismo quando comparado ao islamismo. O cristianismo, ele disse, não provê respostas e diretrizes para todas as complexidades da vida real. Não tem um padrão social e político abrangente para oferecer à sociedade. Respondi que isso acontece porque o cristianismo retrata realisticamente a condição humana e o problema da situação humana. Ele me perguntou o que isso significava.
Disse-lhe que o islamismo tem um entendimento superficial dos problemas do homem porque ensina que nossos problemas são basicamente uma questão de comportamento. A solução para o nosso problema é apenas a vontade. Mas o cristianismo, eu disse, tem um entendimento mais profundo e mais acurado da situação do homem, um entendimento que inclui uma admissão franca da pecaminosidade humana como um agregado de ações más e como uma expressão de um coração mau que está em rebeldia contra Deus. O problema é a natureza do homem. Disse que o cristianismo não tem nada que Bilal reconheceria como um programa político abrangente porque não pensamos que nosso verdadeiro problema pode ser corrigido por poder político. Eu poderia colocar uma espada sobre a garganta de uma pessoa e torná-la um bom muçulmano, mas, disse-lhe, não posso tornar ninguém cristão servindo-me desse método.
A Bíblia apresenta o problema do homem como algo que não pode ser resolvido por força coerciva ou imposição. Portanto, tudo que posso fazer é apresentar as boas-novas com exatidão, viver uma vida de amor para com os incrédulos e rogar a Deus que os convença de seus pecados e lhes dê os dons de arrependimento e fé.
A verdadeira evangelização bíblica e cristã não envolve, por sua própria natureza, coerção, mas somente proclamação e amor. Devemos apresentar o evangelho gratuito a todos. Não podemos manipular ninguém para que o aceite. Os cristãos bíblicos sabem que não podem obrigar ninguém a receber a vida.
Fonte: [Blog Fiel]

Encontrando a nós mesmos – John Stott – (1921-2011)



Pois quem quiser salvar a sua vida, a perderá; mas quem perder a sua vida por minha causa e pelo evangelho, a salvará.

(Mc 8.3 5)

Como esse versículo fala de salvarmos e perdermos a nossa vida, eu costumava pensar que ele se referia especificamente aos mártires cristãos que, ao morrerem por Cristo, entravam na vida eterna. Embora o versículo possa incluir uma referência a martírio, eu agora vejo que Jesus tinha uma aplicação muito mais ampla em mente do que essa. A linguagem indica isso.

A palavra traduzida por "vida", psuche, quer dizer "alma" ou "eu". Na verdade, Lucas transmite a declaração de Jesus com o reflexivo simples: "Pois que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, e perder-se ou destruir a si mesmo?" (Lc 9.25). Alguém poderia talvez parafrasear o epigrama favorito de Jesus, que ele parece ter usado em vários contextos diferentes, desta maneira: "Se você insistir em agarrar-se a si mesmo, e recusar abrir mão de si, e determinar viver por si mesmo, você se perderá. Esse é o caminho da morte, não o caminho da vida. Mas, se você estiver disposto a perder-se, a entregar-se em amor ao serviço do evangelho, então, no momento de completo abandono, quando pensar que perdeu tudo, os milagres acontecerão, e você encontrará a si mesmo".

Em anos recentes, várias escolas de psicologia têm desenvolvido essa posição que enfatiza a auto-percepção. As palavras soam promissoras a ouvidos cristãos, até que nos lembremos de que, segundo Jesus, o único caminho para a auto-descoberta é o da autonegação, e o único caminho para viver é morrer para a o nosso egoísmo.

Em dois epigramas semelhantes, Jesus usou linguagem comercial — a linguagem do lucro, do prejuízo e da troca. Ele fez duas perguntas retóricas, que permaneceram não-respondidas. Primeira: Que proveito há em se ganhar o mundo inteiro (toda a riqueza, o poder e a fama que ele oferece) e perder a si mesmo? Segunda: O que alguém ganharia em troca de si mesmo?

Ambas as perguntas enfatizam o valor infinito do eu em contraste com o valor do mundo. Por um lado, é impossível ganhar o mundo inteiro. Por outro, se fosse, isso não seria algo duradouro, e, conquanto durasse, não traria satisfação.

Fonte: [Josemar Bessa]